"A leitura de mundo precede a leitura da palavra". (Paulo Freire)
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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

3ª FORMAÇÃO DO LIVRO INFANTIL

A formação aconteceu no dia 27 de setembro de 2013, uma sexta-feira. Foi um dia divertido, cheio de brincadeiras e interações, onde recebemos várias dicas para trabalhar com os diversos campos da aprendizagem. Participamos de teatro, construímos nossas artes tendo como base o artista Ivan Cruz e refletimos sobre nossa vivência diária dentro da escola. 















sábado, 3 de agosto de 2013

2ª FORMAÇÃO DO PAIC (PROGRAMA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA) 2013

O PAIC NA EDUCAÇÃO INFANTIL TEM COMO OBJETIVOS
* Contribuir para a promoção da qualidade do atendimento oferecido ás crianças e suas famílias nas instituições de Educação Infantil dos municípios participantes do Programa Alfabetização na Idade Certa-PAIC;
* Colaborar no processo de implantação e implementação das propostas pedagógicas e programas de formação continuada de professores da Educação Infantil dos municípios participantes do Programa.

A FORMAÇÃO
         
            Nesta sexta-feira (02 de agosto de 2013) participamos da 2ª Formação do PAIC de 2013, o encontro teve como tema: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA UMA EDUCAÇÃO INFANTIL DE QUALIDADE: A CRIANÇA EM FOCO.
       Durante o encontro realizamos diversos estudos e reflexões do tema proposto, além de compartilharmos diversas vivências diárias.
          No início da tarde houve a partilha de algumas experiências realizadas no CEI São Domingos Sávio. Este momento foi pensado pela Mara Janne, Coordenadora da Educação Infantil, como parte integrante de todas as formações. Ao final da tarde foi realizado o sorteio do polo que irá partilhar suas experiências no próximo encontro, o sorteado foi: o polo Salgadinho.









BEM VINDA EDUCADORA INFANTIL!!!

Quando digo que sou Educadora Infantil as pessoas, em geral respondem com um "Ah" tão insípido, que sinto vontade de dizer:
Em que outra profissão eu poderia por laços no cabelo, fazer penteados inovadores e ver um desfile de moda todos os dias?
Onde é que me diriam logo de manhã e por mais simplesmente que estivesse vestida, que estou "tão linda"?
Em que outra profissão me abraçariam para me dizer o muito que me querem?
Onde eu seria tão importante que até poderia limpar o nariz da estrela do desfile?
Em que outra profissão esqueceria os meus problemas, pois tenho que dar respostas a vários corações aflitos?
Onde poderia ajudar pequenas mãos a começarem a desenhar e a escrever, sabendo que um dia poderão ser artistas ou escritores famosos?
Em que outra profissão receberia tantas e tão lindas flores?
Como poderia receber tantos beijinhos meigos e "doces"?
Em que outra profissão receberia todos os dias sorrisos lindos e sinceros como estes?
Onde me fariam, de boa vontade, tantos "retratos" grátis?
Em que outra profissão eu seria assim escutada e as minhas palavras causariam tanto admiração?
Onde poderia assistir na primeira fila à execução de grandes "obras de arte"?
Em que outra profissão, quando eu faltasse dois dias, me receberiam com tanta saudade e braços abertos?
Onde conseguiria conservar a alma tão jovem, senão no meio de um grupo cuja atenção é tão efêmera que tenho que ter sempre à mão uma "caixa de surpresas"?
Onde poderia aprofundar os meus conhecimentos sobre bichos da seda, caracóis, abelhas, borboletas?
Em que outra profissão derramaria lágrimas ao dar por terminado mais um ano?
Sinto-me "grande" trabalhando com os pequenos.
Sinto-me cada vez maior com o que aprendo com eles!
(Autor desconhecido)










quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

1º ENCONTRO DE PAIS DE 2013

      Agradecemos a todos que estiveram presentes no 1º ENCONTRO DE PAIS DE 2013, a participação efetiva das famílias na vida escolar das crianças é essencial para o desenvolvimento das mesmas.
      Qualquer dúvida ou sugestão, estamos a disposição para ouvi-los e explicar-lhes o que for possível.
     Sabemos que muitas dúvidas ainda existem com relação aos objetivos da educação Infantil a partir da Resolução Nº 05 de 17 de dezembro de 2009, que fixa as DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL. Temos conhecimento que as maiores dúvidas estão voltadas principalmente para as turmas de Infantil V, último ano das crianças na educação infantil, exatamente pelo fato da transição para o Ensino Fundamental. Porém, tenham a certeza que a fundamentação da nossa proposta de trabalho encontra-se na legislação vigente, no estudo de diversos teóricos da área, bem como, na experiência diária.
      Pela Lei Nº 11.274 de 06 de fevereiro de 2006, o Ensino Fundamental ganha nova organização, deixa de ter a duração de 08 (oito) anos e passa a ser estruturado em 09 (nove) anos. Com isso, essa etapa da educação básica adquire de fato o caráter alfabetizador, ou seja, o início do processo de alfabetização e letramento passou a ocorrer no 1º (primeiro) ano do Ensino Fundamental. Podemos está nos perguntando neste momento: "Então qual é a função da Educação Infantil na vida escolar do meu filho, se não ensina-lo a ler e escrever?". É exatamente neste ponto que se enquadra a pesquisa dos vários estudiosos da educação infantil e consequentemente a publicação da Resolução Nº 05 de 17 de dezembro de 2009, que define como objetivo da educação infantil:
* Garantir à criança acesso a processos de apropriação, renovação e articulação de conhecimentos e aprendizagens de diferentes linguagens, assim como o direito à proteção, à saúde, à liberdade, à confiança, ao respeito, à dignidade, à brincadeira, à convivência e à interação com outras crianças.
    Como podemos observar, é um objetivo bem amplo, que vai além de decodificar e escrever algumas palavras que muitas vezes não se conhece o significado. Logo, o que temos de forma muita clara é a necessidade de respeitar os ritmos, desejos e habilidades das crianças, assim como foi percebido que a interpretação de mundo e o desenvolvimento das diferentes linguagens das crianças devem anteceder o exercício da escrita e da leitura convencional, porque somente assim, as crianças entraram no mundo da escrita e da leitura com propriedade e capacidade de compreender o que estão lendo e escrevendo.
    Diante do exposto, não é função da Educação Infantil a ALFABETIZAÇÃO e, assim como estabelecido no Art. 11 da Resolução em análise, não podemos antecipar o que de fato será trabalhado no Ensino Fundamental:
    "Na transição para o Ensino Fundamental a proposta pedagógica deve prever formas para garantir a continuidade do processo de aprendizagem e desenvolvimento das crianças, respeitando as especificidades etárias, sem antecipação de conteúdos que serão trabalhados no Ensino Fundamental."

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL


A Resolução Nº 5 de 17 de dezembro de 2009, fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a        Educação Infantil. Este documento determina as normas de funcionamento da Educação Infantil e consequentemente dos Centros de Educação Infantil. Entre seus vários artigos, iremos destacar alguns, essenciais para esclarecer a política de matrícula e a função da Educação Infantil na vida escolar das crianças.
Art. 4º As propostas pedagógicas da Educação Infantil deverão considerar que a criança, centro de planejamento curricular, é sujeito histórico e de direitos que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura.
Art. 5º A Educação Infantil, primeira etapa da Educação Básica,  é oferecida em creches e pré-escolas, as quais se caracterizam como espaços institucionais não domésticos que constituem estabelecimentos educacionais públicos ou privados que educam e cuidam de crianças de 0 a 5 anos de idade no período diurno, em jornada integral ou parcial, regulados e supervisionados por órgão competente do sistema de ensino e submetidos a controle social.
§ 1º É dever do Estado garantir a oferta de Educação Infantil pública, gratuita e de qualidade, sem requisito de seleção.
§ 2º É obrigatória a matrícula na Educação Infantil de crianças que completam 4 ou 5 anos até o dia 31 de março do ano em que ocorrer a matrícula.
§ 3º  As crianças que completam 6 anos após o dia 31 de março devem ser matriculadas na Educação Infantil.
Art. 9º As práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular da Educação Infantil devem ter eixos norteadores as interações e a brincadeira.
Art. 11 Na transição para o Ensino Fundamental a proposta pedagógica deve prever formas para garantir a continuidade no processo de aprendizagem e desenvolvimento das crianças, respeitando as especificidades etárias, sem antecipação de conteúdos que serão trabalhados no Ensino Fundamental.
Como podemos observar, a Educação Infantil é essencial à criança, não no âmbito de ler e escrever, mas sim como forma de desvendar o mundo das descobertas infantis, primando pelas interações e as brincadeiras como eixos norteadores da Proposta Pedagógica de cada centro infantil.

ADAPTAÇÃO ESCOLAR Como agir (e como não agir) no período de adaptação na escola


O primeiro dia na escola é sempre difícil. Não é à toa que ganhou até um nome: adaptação. Adaptação dos filhos, que chegam a um ambiente novo e desconhecido. E adaptação dos pais, que também sofrem com a ansiedade e o medo da reação da criança. Nesse momento de transição na vida da criança, é importante que os pais transmitam tranquilidade e confiança em relação à escola. Afinal de contas, não existe escola perfeita. As escolas tentam fazer o melhor, porém é preciso lembrar que elas são feitas por seres humanos.
Portanto, confiram algumas orientações que podem ajudá-los nesse momento de levar o seu filho à escola pela primeira vez e curta essa fase tão importante - da vida dele e da sua - propostas pelos especialistas  Luciana Fevorini, doutora em Psicologia Escolar pela Universidade de São Paulo (USP); Fernanda Flores, coordenadora pedagógica da Educação Infantil da Escola da Vila, em São Paulo (SP) e  Alessandro Danesi, pediatra do Hospital Sírio Libanês em São Paulo.

1. Como preparar seu filho para o ingresso na escola? É importante não esconder nada. Explique que ele vai para a escola a partir de um determinado dia, que você vai levá-lo, vai buscá-lo e que o acompanhará no início. Fale dos novos amiguinhos que vai fazer, da professora, de como é a escola e o que acontece por lá. Mas é importante não exagerar, não falar como se ele estivesse indo para um bufê infantil, para que ele não fique frustrado. Nessas horas, nada como uma boa conversa.

2.Qual é o papel da família na adaptação? A família tem que conhecer os rituais da escola, frequentar as reuniões que antecedem o início das aulas e abrir um canal de comunicação com o professor. Além disso, os pais têm o papel de esclarecer, explicar por que ele está indo para a escola, deixar claro que ele vai ficar sozinho lá depois de alguns dias. Não crie falsas expectativas no seu filho. O melhor é dizer a verdade. Explique que você vai acompanhá-lo por um período, mas que, depois disso, você vai voltar ao trabalho e ele vai ficar só com a professora e com os coleguinhas. Uma dica importante: nunca vá embora sem se despedir do seu filho. Ele pode se sentir traído e inseguro em relação à escola.

3. Como lidar com o choro? É preciso identificar se não é um choro manipulatório, pois há crianças que fazem uso dessa artimanha para impedir que os pais as deixem. Muitas vezes, a criança chora ao ver o familiar se afastando, mas, logo depois, para e começa a brincar com os coleguinhas. Há momentos em que é importante ir embora sem olhar para trás, para evitar que essa situação se arraste por mais tempo. Converse com os professores e coordenadores para decidir como agir em casos como esse. E lembre-se: chorar um pouco em uma situação como essa é até saudável.

4. Como os pais podem participar e ajudar no período de adaptação? Além de acompanhar os primeiros dias da criança na escola, é importante que a família se envolva, conheça as instalações da escola, os professores, os coordenadores e os pais dos outros alunos. E, quando as aulas começarem, não bombardeie o seu filho com perguntas. É importante escutar o que ele tem a dizer e perguntar o que aprendeu, mas nunca pressione por respostas.

Coordenadoria de Educação Infantil de Madalena

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